A Matemática do CPF
Nasce o CPF Em 1965, existia o Registro de Pessoas Físicas, que contava com apenas 6 números — isso mesmo, apenas 6 números. Em 30 de dezembro de 1968, ele oficialmente se transformou no Cadastro de Pessoas Físicas, o CPF. Naquela época, veio acompanhado do lendário Cartão de Identificação do Contribuinte (CIC) — um cartãozinho de papelão ou plástico que muita gente guardava como um tesouro na carteira. A evolução para os 11 dígitos Com o crescimento da população brasileira, os números precisaram expandir: o 7º e o 8º dígitos foram adicionados para ampliar o volume de cadastros (e um 9º dígito passou a indicar a sua região fiscal de origem). Em 1972, foram incluídos mais dois números após um hífen, os chamados dígitos verificadores. O CPF finalmente ganhou a estrutura que conhecemos hoje, somando 11 dígitos no total. Como funciona o CPF? O CPF tornou-se uma chave de identificação única no banco de dados da Receita Federal; ele é seu identificador único. E aqueles dois úl...